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Cartas

De Juscelino Kubitschek para Tancredo Neves: 05/08/1966

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Neste bilhete manuscrito, JK conta que recebeu em Nova York um conterrâneo do amigo. E diz: “mais uma vez, lembrei-me de suas atitudes corajosas – afinal, houve, ao menos, um milagre da revolução: a não cassação dos seus direitos”.

De Juscelino Kubitschek para Tancredo Neves: 26/05/1970

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JK agradece os votos de restabelecimento enviados durante sua permanência em um hospital de Nova York.

De Juscelino Kubitschek para Tancredo Neves: 31/07/1975

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Neste último registro da correspondência entre os dois ex-presidentes, JK acusa e agradece o recebimento de dois discursos.

De Juscelino Kubitschek para Tancredo Neves: SEM DATA

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Breve agradecimento de JK a Tancredo, durante o exílio, em referência a correspondência recebida.

De Juscelino Kubitschek para Tancredo Neves: 02/05/1966

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Entristecido no exílio em Nova York, JK havia encontrado nas páginas da revista “O Cruzeiro”, no dia anterior à redação da carta, uma entrevista na qual o amigo criticava duramente os descalabros do regime militar. É “uma das páginas mais vigorosas escritas nestes dois anos de infelicidade cívica para o Brasil”, elogia.


Na entrevista concedida ao número de “O Cruzeiro”, datado de 6 maios de1966, Tancredo afirmava, numa passagem: “A revolução criou o caos institucional. Destruiu a República, a Federação, os poderes constitucionais, os partidos políticos, as lideranças nacionais, as organizações estudantis e as sindicais, e nada preparou até agora para suprir os imensos vazios que gerou.”

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