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Central de boatos

Tancredo conversava animadamente com um jornalista amigo sobre a atividade do Congresso. De repente a pergunta:


— O senhor não acha aquilo meio enfadonho, repetitivo, cansativo? Aquela discurseira, aquela lengalenga...


— Que nada! Aquilo é um centro de criatividade. Quer ver? De vez em quando, eu invento um boato e solto lá na entrada, quando chego. Daí, passo rapidamente no meu gabinete e depois vou ao plenário. Sabe o que acontece?


— ???


— Encontro o meu boato muito melhorado e, às vezes, já com um ou dois filhotes. Boatinhos novinhos em folha...


Fonte: “Folclore Político”, de Sebastião Nery. Geração Editorial. São Paulo, 2002