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Penúltimo Degrau do Destino

Jornal “Estado de Minas” – 27/02/2010


J.D. VITAL


O governo Tancredo Neves terminou como começou: com emoção, multidão na Praça da Liberdade, intensa articulação política e ampla cobertura jornalística. De sua posse, em 15 de março de 1983, a 14 de agosto de 1984, quando renunciou para disputar a sucessão do presidente João Baptista Figueiredo, foram 517 dias de exercício da política como arte mineira de tornar as coisas possíveis.


A primeira dessas "coisas" tornadas possíveis pelo governador Tancredo Neves foi a transição do regime militar para a democracia, sem maiores abalos. Articulador insuperável, fez composição com Hélio Garcia, seu vice e com trânsito na área militar, para a travessia.


A outra "coisa" foi promover a união de Minas. Com o respaldo de uma coalizão mineira, recheada de ex-arenistas e liderada pelo vice-presidente Aureliano Chaves, teve a coragem de viabilizar-se como estrela guia de uma nova República. Apesar dos riscos que um candidato da oposição à Presidência da República corria dentro de um Colégio Eleitoral dominado pelas forças governistas.


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