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Frases sobre Tancredo Neves

“Tancredo era um sábio. Sabia conversar, sabia ler, sabia rezar, sabia comer e beber, sabia rir, sabia ironizar, sabia não ter medo, sabia ser Cirineu para amigos amargurados, sabia ver o mar, ouvir os passarinhos, imaginar com o vento, namorar as estrelas.”
Ulysses Guimarães (1916-1992), político paulista, ex-deputado federal por São Paulo, um dos principais líderes da luta contra a ditadura e presidente do MDB, do PMDB e da Assembleia Nacional Constituinte (1)


“Impressionavam-me sua disposição e talento para a conversa, sua viva inteligência, seu espírito conciliador. Admirava observar, por outro lado, sua elegância, afabilidade e índole conciliatória conviviam, sem conflitos, com um indobrável espírito de luta e uma firmeza impressionante na defesa de suas teses e pontos de vista.”
João Menezes (1917-2006), advogado paraense, foi deputado federal e senador por seu Estado (1)


“Tancredo é capaz de dar nó em pingo d’água.”
José de Magalhães Pinto (1909-1996), banqueiro mineiro, foi deputado federal, senador e governador de Minas Gerais, além de ministro das Relações Exteriores (5)

 


“Ele quase sempre fingia que sabia menos que seus interlocutores. Agia como se estivesse aprendendo. Assim, massageava o ego das pessoas, que ficavam felizes.”
Ronaldo Costa Couto, economista mineiro, foi secretário de Planejamento do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e ministro do Interior nomeado por Tancredo Neves (3)


“Além das qualidades de político e estadista, o que mais me impressionava em Tancredo era seu permanente bom humor.”
Alberico de Sousa Cruz, jornalista mineiro, foi diretor de jornalismo da Rede Globo e diretor de redação de O Jornal (3)


“Quando ele fecha os olhos é pra dizer que está na hora de ir embora. Mas não está dormindo, não.”
Olavo Setúbal (1923-2008), industrial paulista, fundador do Banco Itaú, foi prefeito de São Paulo e ministro das Relações Exteriores (6)


“O cidadão Tancredo Neves era múltiplo e eclético. Muito maior do que só o político, o pensador, o homem de ação.”
Ronaldo Costa Couto, economista mineiro, ex-secretário de Planejamento do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e ministro do Interior nomeado por Tancredo Neves (3)


“Sua imagem era de homem de muita saúde, ágil, guloso, apreciador de feijoada e churrasco. Daquelas pessoas que sem querer a gente trata como se fossem eternas.”
Deusdedith Righi de Aquino, jornalista nascido em São Paulo, assessor da presidência da Federação da Indústria do Estado de Minas Gerais e superintendente do jornal O Estado de Minas, trabalhou no Diário de Minas, na Rádio Itatiaia e em órgãos públicos, como o Ministério da Indústria e Comércio (3)


“Foi um extraordinário homem comum.”
Mauro Santayana, jornalista mineiro, ex-correspondente do Jornal do Brasil e da Folha de S.Paulo, em Praga e Madri, foi amigo e conselheiro de Tancredo (3)


“Admirador do presidente Vargas e seu colaborador em momentos decisivos, tinha muito do chefe gaúcho, homem aparentemente aberto, mas enigmático até para quantos o cercavam. Mais que o marechal Floriano Peixoto, podia ser chamado de Esfinge.”
Francisco Iglésias (1923-1999), historiador mineiro, autor de vários livros sobre a história econômica e política do Brasil (3)


“Fazer jogadas políticas e armar esquemas políticos não era para ele um sacrifício, mas o desfrute de uma alegre oportunidade de realizar-se segundo sua natureza mais visível.”
Carlos Castello Branco ( 1920-1993), jornalista e escritor nascido no Piauí, durante décadas foi titular de uma das mais importantes colunas de política do país, a Coluna do Castello, no Jornal do Brasil (3)


“Mago das articulações impossíveis, artífice dos entendimentos inconcebíveis, descobridor de novas saídas.”
João Menezes (1917-2006), advogado paraense, foi deputado federal e senador por seu Estado (1)


“Já se disse que o Brasil é um deserto de homens e ideias. Se isso é verdade, o deserto ficou muito mais árido com a morte de Tancredo.”
Freitas Nobre (1921-1990), jornalista, professor e político cearense, presidiu por três vezes o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e por duas a Federação Nacional dos Jornalistas, foi vice-prefeito, vereador e deputado por São Paulo (5)


“Ele era capaz de compatibilizar interesses contrários em engenhosas soluções. Mas inflexível quanto a princípios. Na defesa da liberdade, da democracia, da moralidade, dos interesses nacionais. Tinha coragem silenciosa, mansa e firme. Sempre teve posições coerentes e equilibradas. Era cordial, mas nunca se acovardava. Nem nas piores crises que o destino lhe reservou.”
Ronaldo Costa Couto, economista mineiro, foi secretário de Planejamento do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e ministro do Interior nomeado por Tancredo Neves (3)


“Sabia que a política costuma ser cruel com os afoitos. E também sabia que a política costuma ser cruel com os hesitantes.”
Augusto Nunes, jornalista paulista, autor de um livro sobre Tancredo Neves, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação dos jornais O Estado de S. Paulo e Zero Hora e da revista Época; hoje assina coluna no site da revista Veja (5)


“Aprendi muito com doutor Tancredo. Aprendi, sobretudo, que a política é a construção da paz.”
Fernando Lyra, advogado e político pernambucano, foi deputado federal por seu Estado e ministro da Justiça indicado por Tancredo (4)


“Ele era dono de extraordinária experiência e invulgar tenacidade e sabedoria políticas, acumuladas em 50 anos de imaculada vida pública.”
João Menezes (1917-2006), advogado paraense, foi deputado federal e senador por seu Estado (1)


“Prudente, hábil, jeitoso, sabia encaminhar os acontecimentos e diálogos com os extremistas ou com os radicais, aquietando paixões e anulando ímpetos, para impor uma linha de moderação que julgava conveniente ao cenário público da conjuntura.”
Adylson Motta, magistrado e político gaúcho, foi deputado estadual e federal por seu Estado, além de ministro do Tribunal de Contas da União (1)


“Para Tancredo Neves, ser político significava, antes de tudo, recusar a violência e as atitudes radicais como a forma de deslinde dos problemas de convivência. Daí ter-se recusado sempre a apoiar os golpes de Estado ocorridos no Brasil.”
João Menezes (1917-2006), advogado paraense, foi deputado federal e senador por seu Estado (1)


“Em nenhum episódio de sua longa vida política, Tancredo Neves se colocou contra a liberdade, contra o povo ou contra os trabalhadores.”
Adhemar de Barros Filho, empresário e político paulista, filho de Adhemar de Barros, interventor federal em São Paulo entre 1938 e 1941, foi deputado federal por seu Estado (1)


“Esta foi a maior contribuição do político Tancredo Neves: promover a unidade da diversidade, abrindo caminho para a afirmação nacional, para a independência nacional, para a ampla soberania nacional.”
Fernando Santana, político baiano, membro histórico do Partido Comunista Brasileiro, o Partidão, foi deputado federal por seu Estado e esteve nas duas Assembleias Constituintes, em 1946 e 1988 (1)


“Os militares gostavam dele e o respeitavam.”
Mário Henrique Simonsen (1935-1997), economista carioca, foi presidente do Banco Central, ministro da Fazenda e do Planejamento (3)


“Ele nos dizia que levantar uma pátria não é tarefa de iluminados, de tiranos ou demagogos, mas o esforço de todos os homens e mulheres que constituem a comunidade nacional.”
Aécio Neves, economista e político mineiro, neto de Tancredo, foi deputado federal e é governador de Minas Gerais em segundo mandato (1)


“Um político incomparavelmente lúcido e experiente. Um homem que se empenhou como ninguém pela transição pacífica do Brasil, pela reconquista da democracia.”
João Pimenta da Veiga Filho, advogado mineiro, foi deputado federal, prefeito de Belo Horizonte e ministro das Comunicações (1)


“Acho que nunca lhe passou pela cabeça que o Lula pudesse ser candidato a presidente.”
Pedro Simon, advogado, professor universitário e político gaúcho, foi deputado federal e governador do Rio Grande do Sul; hoje é senador (3)


“O Tancredo não se afastava de seus princípios. Era coerente. Veja você: votou contra o Castelo Branco em 1964, apesar da situação e embora fosse ligado a ele por laços afetivos. Ele sempre se manteve na oposição. Mas fez uma oposição digna, sensata e construtiva. Pensava no país.”
Mário Henrique Simonsen (1935-1997), economista carioca, foi presidente do Banco Central, ministro da Fazenda e do Planejamento (3)


“Era um político capaz de tirar as meias sem tirar os sapatos.”
José Bonifácio Lafayette de Andrada (1904-1986), advogado e político mineiro, tetraneto do Patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva, foi deputado federal por seu Estado e apoiou o regime militar de 1964 (3)


“Sabia como poucos soprar e, depois, morder.”
Augusto Nunes, jornalista paulista, autor de um livro sobre Tancredo Neves, foi redator-chefe da revista Veja, diretor de redação dos jornais O Estado de S. Paulo e Zero Hora e da revista Época; hoje assina coluna no site da revista Veja (5)


“O doutor Tancredo Neves sintetizava os atributos do mineiro autêntico. Cordial, prudente, desconfiado, hábil.”
Ronaldo Costa Couto, economista mineiro, foi secretário de Planejamento do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e ministro do Interior nomeado por Tancredo Neves (3)


“Mineiridade era Tancredo Neves. Não gritava nem se desesperava. Pensava com clareza, falava com inteligência e vivia com simplicidade. Tinha a mente de um homem lúcido, mas um coração de menino. Era amigo dos amigos e sempre tinha tempo para eles, principalmente nas horas difíceis.”
José Elias Murad, médico e político mineiro, foi deputado federal por seu Estado e presidente do Conselho Estadual de Entorpecentes de Minas Gerais, criado por Tancredo Neves em 1983 (1)


“Com medo dos militares duros, a maioria dos velhos companheiros evitava Jango, como o capeta a cruz. Tancredo não, nunca. Tomou um avião no Rio e foi a São Borja, no Rio Grande do Sul, acompanhar o corpo do amigo até a sepultura.”
Ronaldo Costa Couto, economista mineiro, foi secretário de Planejamento do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e ministro do Interior nomeado por Tancredo Neves (3)


“Ao iniciar a transição do autoritarismo para a democracia, um dos períodos mais dramáticos, mais carregados de promessas de liberdade e de justiça social de nossa história contemporânea, Tancredo Neves levava consigo as esperanças dos brasileiros na construção de uma sociedade mais livre, mais justa e mais feliz.”
João Pimenta da Veiga Filho, advogado mineiro, foi deputado federal, prefeito de Belo Horizonte e ministro das Comunicações


“Ele nos advertia que a conciliação que pregava não pretendia ser a do silêncio da oposição, da supremacia de uma facção sobre outra.”
Aécio Neves, economista e político mineiro, neto de Tancredo Neves, foi deputado federal por seu Estado, presidente da Câmara dos Deputados e é governador de Minas Gerais em segundo mandato (1)


“Naquela idade, despendeu energias como um jovem não faria. Queria mesmo mudar o país.”
Pedro Simon, advogado, professor universitário e político gaúcho, foi deputado federal e governador de seu Estado; hoje é senador (3)


“Foi a sua palavra, a um só tempo fluente e mágica, elevada e patriótica, que devolveu ao povo a confiança num futuro melhor.”
Jamil Haddad (1926-2009), médico e político carioca, foi deputado estadual e federal, prefeito do Rio de Janeiro e ministro da Saúde (1)


“No último ano de sua vida, nas praças e ruas de nosso país, Tancredo deixara de ser homem. Tancredo era a Pátria. Assim todos sentiam.”
Aécio Neves, economista e político mineiro, neto de Tancredo Neves, foi deputado federal por seu Estado, presidente da Câmara dos Deputados e é governador de Minas Gerais em segundo mandato (1)


“Mais que eleito, foi aclamado como o homem que simbolizava o novo, a vida, a esperança, a criação, o desejo de renascer: o Brasil inteiro queria renascer. E ele encarnava, extraordinariamente, essa vontade.”
João Pimenta da Veiga Filho, advogado mineiro, foi deputado federal por seu Estado, prefeito de Belo Horizonte e ministro das Comunicações (1)


“Nós só levantaremos esta nação – foi o seu conselho – no embate das ideias, no choque democrático de opiniões, na livre opção ideológica, no conflito político, porque, sendo a liberdade o bem maior dos homens, não é possível vivê-la sem as crises do convívio social.”
Aécio Neves, economista e político mineiro, neto de Tancredo Neves, foi deputado federal por seu Estado, presidente da Câmara dos Deputados e é governador de Minas Gerais em segundo mandato (1)


“Ele conseguiu quase o impossível: utilizar-se das armas do regime então vigente para vencê-lo.”
José Elias Murad, médico e político mineiro, foi deputado federal por seu Estado e presidente do Conselho Estadual de Entorpecentes de Minas Gerais, criado por Tancredo Neves em 1983 (1)


“Quando as esperanças de um povo inteiro se esvaíam com a derrota da Emenda Dante de Oliveira no Congresso nacional, ele, enxergando à frente dos fatos, cuidou de manter abertas as alternativas possíveis para viabilizar a transição política, que colocaria um ponto final no regime de exceção agonizante.”
Aécio Neves, economista e político mineiro, neto de Tancredo Neves, foi deputado federal por seu Estado, presidente da Câmara dos Deputados e é governador de Minas Gerais em segundo mandato (2)


“Há 21 anos, pensei que o sonho de grande nação tinha se acabado. Hoje, entretanto, vejo que, à mercê de Deus, com o meu voto, dou o golpe final na ditadura fascista, corrupta e entreguista, que violentou a pátria tanto tempo. Voto em Tancredo Neves, na vitória.”
João Cunha, advogado, poeta e político paulista, foi deputado federal por seu Estado e fez a declaração acima ao dar o 344º voto do Colégio Eleitoral, aquele que elegeu Tancredo Neves (3)


“Tancredo soube conduzir os acontecimentos e, no Brasil, a democracia se instaurou e a ditadura caiu, sem o derramamento de uma gota de sangue.”
André Franco Montoro (1916-1999), político paulista, foi vereador, deputado estadual, federal, senador, governador de São Paulo e ministro do Trabalho, foi também um dos criadores do PSDB (3)


“Mais do que qualquer outra coisa, o político de 75 anos personificou as esperanças brasileiras de liberdade política e prosperidade econômica.”
The New York Times, diário novaiorquino (3)


“Com Tancredo, aprendemos que grandes mudanças só se perpetuam quando nascem da negociação altiva entre todos os agentes da sociedade.”
Aécio Neves, economista e político mineiro, neto de Tancredo Neves, foi deputado federal por seu Estado, presidente da Câmara dos Deputados e é governador de Minas Gerais em segundo mandato (2)


“Era um prisioneiro do sagrado e cotidiano exercício da esperança.”
Andrea Neves, neta de Tancredo, presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) de Minas Gerais (3)


“Em certos momentos, uma nação descobre que só há um homem capaz de conduzi-la no caminho da luz. A França de 1958 descobriu Charles de Gaulle. O Brasil de 1984 descobriu Tancredo Neves.”
Paulo Brossard, jurista e político gaúcho, foi senador, ministro da Justiça e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (5)


“Nenhum governante, talvez, tenha merecido de seu povo uma corrente tão forte de energia e de vida.”
João Pimenta da Veiga Filho, advogado mineiro, foi deputado federal por seu Estado, prefeito de Belo Horizonte e ministro das Comunicações (1)


“Tancredo Neves, que encarnou a reação civil à ditadura militar, teria sido canonizado se a decisão dependesse dos brasileiros.”
Carlos Brickmann, jornalista paulista, foi repórter especial e editor de política do Jornal da Tarde, editor de Internacional da Folha de S.Paulo e diretor de telejornalismo da Rede Bandeirantes, é autor do livro A Vida é um Palanque - Segredos da Comunicação Política, da editora Globo (6)


“Não lhe faltam credenciais e biografia para ser reconhecido como vulto importante do Brasil neste século e pai da moderna democracia brasileira.”
Ronaldo Costa Couto, economista mineiro, foi secretário de Planejamento do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e ministro do Interior nomeado por Tancredo Neves (3)


“Tancredo, que tinha como máxima a moderação no método e o radicalismo nos objetivos, sentia que já se encontrava acima das coisas menores, e faria um governo realmente de mudanças. Ninguém detestava mais o monetarismo do que ele; ninguém condenava com mais veemência a especulação financeira do que ele. Ninguém defendia, com a força do bom senso, a presença do Estado nos setores estratégicos da economia nacional, como imperativo da segurança de nosso povo.”
Mauro Santayana, jornalista mineiro, ex-correspondente do Jornal do Brasil e da Folha de S.Paulo, em Praga e Madri, foi amigo e conselheiro de Tancredo (3)


“Ele considerava sua própria vida um bem menor diante da grande questão nacional a ser resolvida.”
João Pimenta da Veiga Filho, advogado mineiro, foi deputado federal por seu Estado, prefeito de Belo Horizonte e ministro das Comunicações (3)


“Há homens que dão a vida pelo país. Tancredo deu mais: deu a morte.”
Afonso Arinos de Melo Franco (1905-1990), jurista, escritor e político mineiro, foi deputado federal por seu Estado, senador pelo antigo Distrito Federal (Rio de Janeiro) e presidente da Comissão Provisória para Estudos Constitucionais, conhecida como Comissão Afonso Arinos (3)


“Ele se imolou para o Brasil ter a certeza da democracia e da liberdade.”
Risoleta Neves (1917-2003), esposa de Tancredo (3)


“Tancredo Neves soube viver e soube morrer pelo país.”
Ronaldo Costa Couto, economista mineiro, foi secretário de Planejamento do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e ministro do Interior nomeado por Tancredo Neves (3)


“Ele ajudou o Brasil até ao deixar a vida. Morreu devagar, o que foi politicamente fundamental para a estabilidade nacional.”
Ronaldo Costa Couto, economista mineiro, foi secretário de Planejamento do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e ministro do Interior nomeado por Tancredo Neves (3)


“Ele viveu para vocês. Ele morreu para vocês.”
Risoleta Neves (1917-2003), esposa de Tancredo (5)

(1) A Constituinte Homenageia Tancredo Neves – sessão solene, em 21 de abril de 1987 (Câmara dos Deputados)
(2) Diretas 20 Anos (Instituto Teotônio Vilela)
(3) Tancredo Vivo – Casos e Acaso, Ronaldo Costa Couto (Editora Record)
(4) Daquilo que eu Sei, Fernando Lyra (Editora Iluminuras)
(5) Os Grandes Líderes – Tancredo, Augusto Nunes (Editora Nova Cultural)
(6) Na Arena do Marketing Político, organizado por Adolpho Queiroz (Summus Editorial)